O que dizer do frio lá fora que gela minha alma?
O que dizer do sombrio que vela meu sono?
E da dor que coroe meu ser sem forças?
Ou então do meu pranto submerso em ódio?
Insana é minha vontade de dilacerar a carne dele,
Banal é minha força de matar o ser,
Aquele que me fez em hora errada amar,
Aquele que de maneira inesperada me fez enfurecer;
Porque tinha de ser desse jeito, você podia ser tudo,
Você podia ser o meu tudo e meu todo,
O único sangue que eu cobiçaria na eternidade;
Mas, prefere uma vida profana e nefasta,
Ao invés de minha eterna devoção,
T.Quintiliano
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