"Eu tenho um monstro dentro de mim,
Que grita enquanto me dilacera tentando
sair;
Eu tenho um medo que me acompanha,
Eu tenho um medo que me acompanha,
Lembrando-me que vivo sustentando
sorrisos falsos;
Eu tenho o assombro dentro de mim,
Eu tenho o assombro dentro de mim,
De uma menina que se esqueceu há muito
tempo o que é viver;
Eu sou o Caótico,
Eu sou o Confuso,
Eu sou o Inexistente;
Eu sou tudo que eu não devia ser,
Eu sou o Caótico,
Eu sou o Confuso,
Eu sou o Inexistente;
Eu sou tudo que eu não devia ser,
E nada do que eu queria ser;
Eu não sou incógnita,
Eu não sou incógnita,
Não sou interrogação,
E tão pouco exclamação,
Eu sou um Grupo Inexistente,
Um recipiente vazio,
Um futuro sem rumo,
Eu sou o Nada que vaga por vales sem fim de inexpressão,
Eu sou um Grupo Inexistente,
Um recipiente vazio,
Um futuro sem rumo,
Eu sou o Nada que vaga por vales sem fim de inexpressão,
Pelo mar de imperfeições e murros de
Lamentações...
Quem eu sou no fim?
O sonho Morto?
A Cor do fundo do poço?
Eu simplesmente nem sou Nada...
Quem eu sou no fim?
O sonho Morto?
A Cor do fundo do poço?
Eu simplesmente nem sou Nada...
Eu será que sou tudo?
Eu sou... Mas sou o quê?"
T.Quintiliano
